segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

cada tiro.


ora bem, chegou o perfume dela.





Sapatos, roupa, livro, o perfume e pelo meio ainda dá uma perninha como cantora, dançarina e apresentadora de tv, tudo com o seu cunho pessoal, o de bimbalhona.

sexta-feira, 17 de Outubro de 2014

a mulher verdadeira tem uma vagina, diz Sara Sampaio.

mulheres sem vagina: tirem o cavalinho da chuva; nunca serão mulheres verdadeiras.
Tunga!

quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

Os Quinta do Bill já cá andam há 25 anos, vi-os hoje num mini-concerto na tvi

25 anos e ainda não perceberam que há coisas que não valem a pena.

Só para que vejam que não exagero

quando digo que a minha chefa é mais nojenta do que a pila mal lavada de um trolha a cheirar a vinho.



Podia legendar, não me custava nada falar das colónias de bactérias que irão fazer ninhos nas mocadas que a caneca tem, do batom que permanece na loiça, após ela a ter lavado, ou nos restos de comer que adornam o escorredor de loiça, mas prefiro que apreciem a foto.
Apreciemos, então.

quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

Desabafinho

Tenho aqui a minha chefe muito fodida com não sei bem o quê. Na realidade ninguém sabe, uma vez que nada de grave aconteceu, muito pelo contrário. Sucede que no mundinho dela, tem direitos muito próprios e por coisas que escapam cá ao meu pequeno entendimento, recorre amiúde ao enxovalhanço e tem especial apreço por tratar os que lhe estão abaixo, profissionalmente falando, pior do que a bosta da mosca da bosta. No meu mundinho também há unicórnios e fadas dos dentes, por exemplo, os meus abdominais são igualinhos aos da Jessica, mas Deus fadou-me com algum discernimento e vai daí evito de me meter em patamares elevados.
Ora, a minha paciência não me acompanha a idade, os quarenta estão aí à porta, o humor arrasta-se já a custo e este cocktail não se compadece com o respeito que devemos aos outros, quando este calha a ser unilateral. A minha vontade, neste exacto momento em que limpo umas lagrimitas teimosas devido ao nervoso acumulado por vias de não lhe poder responder à medida, era de ir até ali ao seboso do seu escritório e partir-lhe a puta da boca toda, mas de forma a que nenhum cabrão de dentista conseguisse sequer meter aquela ceninha que tem um espelho na ponta, naquela boca mais nojenta do que o cu de um rafeiro. Havia de lhe sobrar osso só na medida suficiente para que lho pudesse voltar a partir. E ficava neste jogo durante horas, só até me fartar. Mas depois lembro-me do meu João, da casa, das despesas, dos meus animais, de tudo o que por aí há-de vir, e enrolo-me num cantinho, a chorar a minha ira, eu que era uma miúda que nunca desejei mal a ninguém, que desejava somente o bem e sem olhar a quem, não é para todos este grande amor ao próximo, han?, vejo-me a desejar-lhe, com todas as minhas forças, uma puta de uma diarreia que a leve sanita abaixo para que eu e mais as sete desgraçadas a quem gosta de esfregar as putas das hierarquias no trombil, conseguíssemos trabalhar felizes. É só isso que precisamos, de trabalhar em paz. Nada de aumentos, nada de prémios, só paz, branquinha paz. Nada me faria mais feliz do que fazer o gosto à mão e hoje era um bom dia para isso, até porque vamos partilhar umas horas de serão.
Ainda vão ouvir falar de mim quando me dedicar em exclusivo ao blog e em particular à venda de calçado de gosto duvidoso.
Depois não digam que não avisei.

Acerca da polémica dos hidratos de carbono

O problema não está no abdominal, nem na barriguinha, nem nos excessos. O problema está no facto de a Jéssica Athaíde dizer que é actriz e ninguém se revoltar com essa merda.

terça-feira, 14 de Outubro de 2014